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CSC da NFC-e: o que é e como gerar o código e o ID do token

Para que serve o CSC (Código de Segurança do Contribuinte) na NFC-e, a diferença entre CSC e ID do token, onde gerar na SEFAZ e como usar em homologação e produção.

Equipe SendNFPublicado em 4 min de leituraMarkdown

Neste artigo
  1. Para que serve o CSC
  2. CSC x ID do token
  3. Antes de gerar: o que a empresa precisa ter
  4. Como gerar o CSC
  5. Homologação e produção
  6. Erros comuns
  7. Como o SendNF usa o CSC
  8. Segurança e troca do CSC
  9. Resumo
  10. Perguntas frequentes

O CSC (Código de Segurança do Contribuinte) é um código que a empresa gera no portal da SEFAZ do seu estado e que entra no cálculo do QR Code da NFC-e. Ele sempre vem acompanhado do ID do token (um número como 000001), que identifica qual CSC foi usado. Para gerar, entre no portal da SEFAZ com o certificado digital da empresa (ou o acesso que o seu estado usar), procure a área de NFC-e ou "CSC", gere um código para homologação e outro para produção e anote os dois IDs.

Para que serve o CSC

Toda NFC-e tem um QR Code impresso no cupom. O consumidor aponta o celular e consulta a nota no site da SEFAZ. Para que esse QR Code não possa ser forjado, a URL inclui um hash calculado com o CSC, um segredo que só a empresa e a SEFAZ conhecem. Sem o CSC, a NFC-e não é autorizada.

CSC x ID do token

  • CSC: o segredo, com algo entre 16 e 36 letras e números.
  • ID do token: o identificador do CSC, normalmente com zeros à esquerda (000001, 000002…).

A empresa pode ter mais de um CSC ativo (por exemplo, ao trocar por segurança), e o ID diz à SEFAZ qual deles validar. No sistema emissor você informa os dois.

Antes de gerar: o que a empresa precisa ter

  1. Inscrição estadual ativa no estado onde vende. A NFC-e é um documento do ICMS. Veja o guia de inscrição estadual.
  2. Credenciamento para NFC-e, quando o estado exigir. Em vários estados o credenciamento é automático; em outros, é um pedido no portal.
  3. Certificado digital A1 da empresa (para emitir por sistema) e, em muitos estados, para acessar o portal onde o CSC é gerado.

Como gerar o CSC

Os caminhos mudam de estado para estado, mas o roteiro é o mesmo:

  1. Entre no portal da SEFAZ do seu estado com o certificado digital (ou com o login que o estado usar).
  2. Procure a área de NFC-e: os nomes mais comuns são "NFC-e", "Código de Segurança do Contribuinte", "CSC" ou "Token".
  3. Gere o CSC de homologação (para testes) e anote o código e o ID.
  4. Gere o CSC de produção e anote o código e o ID.
  5. Guarde em lugar seguro. O CSC é um segredo: quem tiver o CSC e o certificado consegue gerar QR Codes válidos em nome da empresa.

Homologação e produção

A SEFAZ separa os ambientes. O CSC de homologação só vale em homologação e o de produção só em produção. Notas de homologação saem com a marcação de "sem valor fiscal" e servem para testar o sistema. Veja homologação e produção.

Erros comuns

  • CSC do ambiente errado: usar o de homologação em produção (ou o contrário) faz a SEFAZ recusar o QR Code.
  • ID do token sem zeros à esquerda: alguns sistemas exigem o formato com seis dígitos.
  • CSC revogado: se você gerou um novo CSC e revogou o antigo, atualize o sistema.
  • Sem inscrição estadual: sem IE, não há NFC-e.

Como o SendNF usa o CSC

No SendNF, o CSC e o ID do token ficam nos dados da empresa, guardados cifrados; a API nunca devolve o CSC, só indica que ele está configurado. O checklist da empresa mostra o CSC como pendente enquanto ele não for informado, com este passo a passo, e a pré-emissão da NFC-e avisa se faltar o CSC ou a inscrição estadual. Veja o guia CSC da NFC-e.

Segurança e troca do CSC

Trate o CSC como uma senha da empresa:

  • Não deixe o CSC em planilhas compartilhadas ou em mensagens.
  • Gere um novo CSC se suspeitar que ele vazou, revogue o antigo no portal da SEFAZ e atualize o sistema emissor no mesmo dia.
  • Guarde o ID do token junto: sem ele, o CSC não serve.
  • Tenha o CSC de homologação separado: ele permite testar o sistema sem expor o de produção.

Resumo

  • CSC + ID do token geram o QR Code da NFC-e.
  • Gere no portal da SEFAZ do seu estado, um para homologação e outro para produção.
  • É preciso inscrição estadual e, para emitir por sistema, certificado A1.
  • Trate o CSC como senha: guarde cifrado e troque se vazar.

Perguntas frequentes

O que é o CSC da NFC-e?

É o Código de Segurança do Contribuinte, um código alfanumérico gerado pela empresa no portal da SEFAZ do estado e usado para gerar o QR Code da NFC-e. Junto com ele vai o ID do token (o identificador desse CSC).

Qual a diferença entre CSC e ID do token?

O CSC é o código secreto em si; o ID do token é o número que identifica qual CSC está sendo usado (por exemplo, 000001). A empresa pode ter mais de um CSC, e o ID diz qual deles gerou o QR Code.

O CSC de homologação serve em produção?

Não. Os ambientes são separados: gere um CSC para homologação (testes) e outro para produção.

Preciso de inscrição estadual para gerar o CSC?

Sim. A NFC-e é um documento estadual (do ICMS), então a empresa precisa de inscrição estadual habilitada para emitir NFC-e no estado.

O CSC vence?

O CSC não tem validade fixa como o certificado, mas pode ser revogado e substituído pela empresa no portal da SEFAZ a qualquer momento. Ao trocar, atualize o código e o ID do token no sistema emissor no mesmo dia, para a emissão não parar.

Equipe SendNF

Publicado em

A equipe que mantém o motor fiscal do SendNF: a geração da DPS nacional, a integração com os provedores das prefeituras, a NFC-e e as explicações para cada rejeição que encontramos emitindo notas reais.

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